Dreamlost'

Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí..

April 23, 2016 6:15 am April 22, 2016 4:51 pm
"Você é louca ou se faz de louca?“
Os dois, meu amor, os dois."

Tati Bernardi.   (via quoteografa)

(via quoteografa)

April 21, 2016 5:34 pm
"Eu sofri. Meu Deus, como eu sofri com amores errados, ilusões, migalhas, coisas que achava que eram e nunca foram, paixonites enlouquecidas, vontades desesperadas. Eu posso dizer para você com todas as letras do alfabeto eu-sofri-muito. E sim, passou."

Clarissa Corrêa.  (via revitou)

(via revitou)

5:31 pm
"Me deixou.
Agora estou encurralada nesse amor que sinto, por você."

Chrislayne Lima. (Quoteografa)

(via quoteografa)

5:29 pm
"Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo."

Caio Fernando Abreu. (via assoprador)

(via assoprador)

5:26 pm
"Claro que eu adoro minha casa, meu cachorro, meus amigos, meus livros, viagens, músicas. Tenho uma vida ótima. Mas nenhuma dessas coisas se comparava ao prazer que eu tinha ao ouvir o barulhinho de uma mensagem dele chegando. Ou de quando o telefone tocava e eu sabia que era ele e o meu coração disparava tanto que eu tinha medo de morrer antes de falar alô."

Tati Bernardi.   (via orquestrando)

(via orquestrando)

5:26 pm
"Como se já não bastasse a minha dor de cabeça e todas as minhas rugas, minha mãe fazia questão de me encher o saco, e de ressaltar que ela avisou. Avisou que não seria como eu estava esperando e que choveria ao invés de fazer sol. Tá mãe, você está certa. Como sempre. E eu quebro a cara, de novo. Como sempre. Eu torno à minha cama com o único intuito de esquecer de tudo, inclusive dele. Vou pra cama esquecendo-o no meio do caminho, mas quando lembro que esqueci, já lembro-o de novo. Droga! Essa dor de cabeça está me matando, e a falta dele mata mais ainda. E pra completar todo o meu estresse, minha mãe chama a minha tia linguaruda. Eu juro que se ela vier perguntar como anda o namoro, eu vou dar um tapa na cara dela. Hoje não é o meu dia. Quer dizer, nunca foi. E ela nunca teve tanta intimidade de falar assim comigo. Meu namoro vai bem tia, não tenho novidades e espera só mais um pouquinho, preciso tomar um remédio pra dor de cabeça. Ah, e eu não volto. E ela grita lá do fundo, pedindo realmente um tapa na cara: “Eu acho melhor você passar algum creme anti-rugas.”. Jura tia? É só o que me faltava. Minha mãe e minha tia reunidas em um único objetivo: cagar no que já está cagado. Ou seja, piorar a minha situação. Semana passada eu podia jurar que já tinha passado essa minha mania de querê-lo, querer e querer. Passa, por uma ou duas horas, passa enquanto to vendo aquele filme chato, ou quando estou ouvindo minhas amigas falarem sobre a transa maluca da segunda. Sou convidada para sair e me distrair, mas ainda sim, minhas rugas não me deixam. Tal como ele. E pior que marcas no corpo, são marcas no coração. E eles deixa os dois. Simples. Estudo horas consecutivas e o meu único pensamento é nele. Que idiotice, não é? Até parece que eu sou tão melosa e enjoativa assim. Eu só sou um clone dele, que sofre atoa e que insiste em dançar sozinha. E sabe de uma coisa? É ótimo dançar sozinha. E sabe de mais uma coisa? Seria melhor ainda se eu pudesse dançar com ele. Não há porquê se despedir, se no final ele sempre volta. Volta porque assim como eu, não esquece. Volta porque ele pode até preferir um open bar ou uma festinha “suck my ass, i’m free”, mas ainda sim, prefere estar comigo deitado debaixo de um cobertor. Aproveite esse tempo que seu orgulho está no topo, e seja livre. Eu já sou livre, e não preciso querer ser presa a alguém. E é o fim constar que não há mais alternativas além dessa que você escolheu. Boa sorte. Você escolheu, apenas não volte querendo uma segunda chance ou pedindo desculpas. Quem faz 2, pode não fazer 3. Mas quem faz 10, com certeza fará 11. Porque seria muito simples, você sair pra ver como é o mundo lá fora, sabendo que pode voltar pra casa, e encontrar roupa lavada, café na mesa, e uma mulher pra te dar o que quiseres. É simples demais amar feito macaco, que pula de galho em galho. Quero ver aturar tudo, esse conjunto que nós mulheres carregamos. É por isso que nós não fomos feitas para homenzinhos, desses que se desculpam por tudo, e que acabam tendo tudo para se desculpar no final. Desculpas são utilizadas quando se pisa no pé de alguém, ou quando se esbarra. Quando você deixa uma mulher com dor de cabeça por mais de uma semana, com rugas mais visíveis que o visível e com uma saudade imensa, não há pedido de desculpa ou perdão que resolva. Não precisava ser assim. Não precisava existir um adeus. Não precisava existir um termo de “assina aqui e malas despachadas em cada casa”. Era pra ser tudo, menos essa merda que você fez a gente se tornar. Mas, deixa pra lá, não tem melhor jeito de dizer adeus. Vai ver minha mãe fala para entregar a Deus pra descarregar um pouco dessa bagagem exaustiva e dramática de mim. “Menina tu passa por 3 quilômetros de distância e a gente já sabe que você está de mal humor.” Não é mal humor não mãe, é saudade. É que ele saí sem falar nada, e volta falando tudo. E ele poderia vir e dizer logo que, adeus não é a palavra correta pra nós. Dizer que é sexo sem compromisso, ou uma viagem pra espairecer a mente, mas a-d-e-u-s não. Porque sei lá… acho que essa é a única palavra que me desconserta todinha. E por mais que sinta falta, não aceito migalhas. Ou transa ou saí de cima! Não gosto de gente que fala que vai embora, mas que faz questão de voltar pra piorar tudo. Isso é idiotice, coisa de moleque, coisa sua. Sua e de todos os homens comuns que se igualam ao seu nível de querer voltar só quando convir. TOC TOC, “Oi, estive passando por aqui, e está frio. Tem um abrigo pra mim aí?” Não seu canalha, não tem lugar pra você aqui! Você ocupa espaço demais, e você não vale tudo isso. Faz parte de uma brincadeira você largar alguém no meio da noite, sem ao menos um bilhete escrito: “Fui comprar o pão, volto ano que vem.”? Se faz parte da sua brincadeira, parabéns, está efetuando-a muito bem. Odeio desmantelo, odeio desculpas, principalmente quando isso envolve você. Até já imagino a cena: Você me olha com esses seus olhos claros e sorri, como se não houvesse nada a esclarecer. E eu viro as costas, preferindo mil vezes escutar a minha tia chata, do que raciocinar e remoer as suas explicações fajutas. Tia, voltei."

Alugue Felicidade e Orquestrando.  (via orquestrando)

(via orquestrando)

5:17 pm
"O mal do século XXI
É o mal de alzheimer que aflora nessa gente:
Esquece que falou.
Esquece que sentiu.
Esqueceu que amou.
Esquece que existiu."

O Boteco. (via orquestrando)

(via orquestrando)

5:15 pm 5:15 pm
"Quanto maior o amor, maior a tragédia quando acaba."

Nicholas Sparks.  

(via orquestrando)

(via orquestrando)

5:14 pm
"Essa garota me engole enquanto beija, pressiona o corpo com força nas minhas pernas quase abertas, coloca minhas mãos na cintura dela, fica claro que ela está transando comigo; o rádio toca uma dessas musicas moderninhas que não são nada autênticas, meus olhos estão abertos, os dela estão bem fechados, chega a ser ridículo a força que ela coloca nas pálpebras, concluo que eu não estou transando com essa garota, mas sei mentir bem. O celular toca, é a minha mãe, a garota quer que eu dê atenção somente a ela, mal sabe que não presto atenção nela desde sua declaração horrenda sobre odiar Jazz e cantores negros. É um puto defeito, consigo me desencantar em segundos. “Espera aí mãe, me deixa finalizar essa menininha.” As semanas seguintes são essenciais para que tudo vá por água a baixo, ela me chama de canalha, patife, escroto filho da puta, frio, e ainda diz que sou bloqueado emocionalmente. Ainda bem. Sei que tudo está acabado quando ela me envia aquela SMS: ESPERO QUE VOCÊ SEJA BEM INFELIZ, ANIMAL, ESTUPIDO… (e blá blá blá). Fora tudo isso, eu até que sou um cara legal, gosto dessas camisetas de um bolso só, tênis azul marinho, musicas dos anos 80 e sei cozinhar frutos do mar como ninguém. Também vou à igreja sempre que posso, “perdão padre, pequei feio esse final de semana, falei para ela que a amava só pra foder mesmo” Ele da aquela bufada pesarosa e me manda rezar alguns Ave marias. No sábado seguinte esqueço as rezas e os conselhos da minha mãe, vou com tudo, não me ache um escroto, mas não há nada como beijar e apalpar uma garota no sofá, bêbado até o talo. Todo mundo está vendo, até que ela pede pra gente procurar um lugar mais calmo, coloco minha mão dentro da calcinha molhada dela e a encosto na parede, me sinto super machão, até que ela toca na minha orelha e… Acabou garota, preciso mesmo ir pra casa, alimentar meu cachorro. Ela não deixa, e se esfrega no meu corpo indiferente, se abaixa, tira minhas calças e diz que adora o meu gosto, reviro os olhos, acho super golpe baixo fazer um boquete em um cara que está com a cabeça longe. E está mesmo, sempre no mundo da lua, ou na lua do mundo! No caminho de volta, coloco aquele pendrive com aquelas musicas antigas, e é a primeira vez em seis meses que lembro que tenho lembrado de você, juro que não quero dizer como até o tempo abafado tem o seu gosto, minhas canelas enfraquecem, minhas mãos deslizam no volante, mal consigo trocar as marchas. Meu cérebro remete as coisas permanentes, sólidas, seguras, coisas que não tem absolutamente nada a ver com seu jeito desajeitado de viver. Essas imagens vêm em seguida: Domingos regados a cerveja com meu cunhado, jogar bola com meus sobrinhos, ler para minha mãe, cozinhar a sobremesa que a família acha ser uma tradição. Como são insuportáveis as tradições. Me sinto estagnado, fora do tempo. Ligo para a Laura, falo mundos e fundos de coisas românticas já programadas, e cá estou eu, ensopado de cachaça enquanto essa mulher tira minha roupa, ela elogia minha barba, e goza, faz isso porque se entrega, ela se abre todinha para mim, e eu não consigo digerir o fato de alguém se entregar dessa maneira pra mim, detesto ter que segurar qualquer coisa por mais de dez segundos. Os dias vão e vão e vão - domingos, festas, trabalho feito um animal pra manter a pose de homem comprometido com as coisas realmente importantes da vida. Esse calor me mata, me irrito, porque sou tão verdadeiro nas palavras, e tão filho da puta nas ações. Até que gosto do cabelo enroladinho dela, da boca sensual da outra, dos braços fortes daquela loirinha que conheci não sei aonde, mas tenho tanta preguiça de gostar de qualquer outra coisa. De confiar e passar por todo esse processo montanha-russa. Então viajo com minha mãe, carrego toda a maconha que posso, meus DVDs e um dos livros que alguém me indicou. Prefiro ficar bem longe do mundão, e esse desejo não sai de mim, de viajar até mil novecentos e antigamente, até a época em que a gente nem sabe como eram as coisas nessa época. Faço uma fogueira e tomo uma cerveja com minha coroa, estamos ouvindo aquelas musicas que são só guitarra e uma bateria sem pratos, me sinto quase um velho em uma cadeira de balanço. É claro que tento esconder meu descontentamento com o mundo, mas é madrugada e eu sou tão meninão, vou dormir com minha mãe, ela me abraça e faz um carinho gostoso no meu cabelo, e é a primeira vez desde você que eu me sinto completamente seguro perto de alguém. Peço baixinho que ela me deixe voltar para o calor do útero dela, e escuto aquela risadinha pura de quem já viveu muito, de quem sabe das coisas. Tenho plena convicção da minha necessidade de ser amado, tanto quanto sinto fome e sede. Vou correr, quero achar o lugar onde a gente se perdeu, quem sabe você deixou um rastro por lá, tento me manter otimista, não custa nada ter um pouco de fé de vez em quando. Paro pra ouvir as coisas dentro de mim, e é tão drasticamente belo que você com todas suas paranóias e utopias fantasiosas demais, consiga me expor dessa maneira, como se desmontasse meu corpo, nervo por nervo, até não restar nada que eu consiga ouvir além de você. Me apavora essas três palavrinhas, prefiro dizer “vá a merda” é mais fácil, seguro e não vai dar trabalho algum depois. Me arrependo, porque se você for realmente a merda, quem vai ficar para iluminar os lugares? Sei que hoje você me vê como um maluco qualquer que não tem paladar para o amor, e você está certa, detesto tanto que você esteja certa sobre tantas outras coisas, detesto que você seja tão de verdade que me faça acreditar que todo o resto seja de mentira. Até me assusta, que você seja tão errada, diferente dessas outras garotas com quem eu transo, que parecem terem sido criadas por um computador, se encaixam perfeitamente nesse mundo preto e branco, estereotipado, e acho que por isso não encontro rastros seus, você não pertence a esse lugar, não é daqui. Aqui onde estou é gélido, e é tão quente quanto uma compressa que queima a pele. Quero atirar pedras nas coisas, porque odeio esse mundo, que nos moldou tão perfeitamente um para o outro e esqueceu de tirar a porra da insegurança, o tempo, o medo e todas essas milhões de coisas que me fazem estar aqui correndo nessa estrada barrenta, ao invés de estar aí transando e fazendo amor com você ao mesmo tempo, no mesmo lugar, aliás me fala onde fica esse lugar."

Muita Coisa Inacabada Porque a Gente Acabou - Part II   (via nobroke)

(via nobroke)

5:08 pm April 20, 2016 11:00 pm
"Nunca vou conseguir entender essa tal vontade de querer voltar para algo que acabou. Permita-se desistir, esqueça o dia que passou, dê a si mesma a oportunidade de experimentar outro café da manhã."

Permita-se desistir.  (via velejo)
April 13, 2016 3:35 pm

sem noção

nevebriando:

um termino sem noção
onde o ser, faz-se dizer,
que o amor maltrata coração.

(via vaporizou)

3:30 pm
"Aquela despedida… Aquelas últimas palavras repetiam em mim tão pesadas como o eco de grandes pedras caindo no fundo de um poço. Aquele adeus tinha sido a um par de dias, horas, minutos, que importa agora o tempo se eu só sinto? Sinto um oco no peito, um oco no coração, um oco na minha vida."

Caio Araújo  (via quoteografa)

(via quoteografa)